Pouco antes de “Halo: Combat Evolved” chegar ao Xbox original como uma verdadeira bomba, um livro intitulado “Halo: The Fall of Reach” apresentou o universo de ficção científica que mudaria para sempre a face dos títulos de tiro em primeira pessoa para consoles.
Cerca de nove anos, cinco jogos e inúmeros bonecos, quadrinhos, e sim, bebidas energéticas depois, o game que descreve o início da épica saga finalmente chegou. Mas o último “Halo” da desenvolvedora Bungie não veio para terminar a batalha – o protagonista Master Chief cuidou disso em “Halo 3”. Pelo contrário, “Reach” está aqui para iniciá-la. Uma "prequel" do primeiro “Halo”, a conclusão da narrativa de “Reach” é revelada logo no título do livro, com a destruição do planeta pelas mãos dos inimigos.
Cerca de nove anos, cinco jogos e inúmeros bonecos, quadrinhos, e sim, bebidas energéticas depois, o game que descreve o início da épica saga finalmente chegou. Mas o último “Halo” da desenvolvedora Bungie não veio para terminar a batalha – o protagonista Master Chief cuidou disso em “Halo 3”. Pelo contrário, “Reach” está aqui para iniciá-la. Uma "prequel" do primeiro “Halo”, a conclusão da narrativa de “Reach” é revelada logo no título do livro, com a destruição do planeta pelas mãos dos inimigos.
Por isso, é uma ótima surpresa que um jogo com um final não tão secreto acabe conseguindo desenrolar a melhor história de “Halo” até o momento. Apesar de acabar sabendo que “Reach” terminará com a humanidade à beira da extinção, o jogo ainda consegue mexer com os jogadores. Isso acontece em grande parte graças a uma história muito mais emocional e humana do que já encontramos na série.
(Fonte) PCWorld

















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