Conforme o Jornal The Daily Mail, o sistema enviará o aroma, por exemplo, quando um Chef estiver cozinhando, o aroma do mar quando estiver em uma praia, e até algodão doce quando aparecer uma propaganda em um parque.
A técnica a ser utilizada é igual a de uma impressora, para ejetar pequenas quantidades de material para conseguir um melhor controle do cheiro, afirma Dr Kenichi Okada da Universidade de Keio, em Tóquio. As impressoras funcionam quando um pulso de corrente esquenta uma bobina de fios, criando uma bolha que força a saída de uma pequena quantidade de tinta por um tubinho, até a página, em alta velocidade.
A equipe já teria adaptado uma Canon para soltar essências - podendo ser menta, grapefruit, canela, lavanda, maçã ou baunilha. O sistema dura duas respiradas, impedindo que o cheiro fique impregnado no ambiente.
Na década de 1960, um sistema parecido foi testado nos cinemas dos EUA, ele liberava perfume em cenas importantes dos filmes. Mas o sistema na época não teve muito sucesso, pois era barulhento, e o cheiro ficava por muito tempo. Esse novo promete liberar fragrâncias mais corretamente.
Os cientistas também estudam formas de imprimir cheiros em fotografias.
















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