Utilizando uma pequena quantidade de tecido, o dispositivo pode ser conectado a um notebook ou smartphone, na qual o resultado pode ser visto em até meia hora e, com 96% de precisão. Chamado de microNMR, o dispositivo diagnostica aplicando anticorpos e partículas magnéticas, destacando se apresenta, ou não, células cancerígenas.
"Nós pensamos que o dispositivo poderia ajudar grandes decisões médicas, como a possibilidade de fazer a cirurgia em um paciente a olhar para a malignidade ou encaminhá-los para intensivos exames de ressonância magnética", diz Hakho Lee, professor de engenharia biomédica na Universidade Harvard, que desenvolveu a tecnologia. Lee completa, "Se um paciente já está recebendo a quimioterapia, o médico pode dizer rapidamente se um tratamento está funcionando."
O dispositivo ainda é um protótipo e está em fase de testes, sem previsão de chegar ao mercado.
Informações: Spectrum

















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